Os eventos são cada vez
mais importantes para o desenvolvimento do Turismo. Tanto que,
transformou-se em fonte de atrativo. A cidade de São Paulo é um exemplo de
destinação turística que tem como um dos principais tipos de turismo, o turismo
de eventos. Mas não é fácil relacionar uma série de outros municípios
brasileiros que tenham uma programação anual de eventos, que se aliam com
outros atrativos naturais e culturais para formar o produto turístico.
O evento pode ser a
motivação principal da viagem, como por exemplo quando você viaja para
participar de um congresso ou feira. Pode também ser um elemento da oferta
diferencial, como no caso de uma manifestação cultural existente em ma
determinada localidade turística.
Percebemos, então, que os eventos são na realidade programações organizadas com a finalidade de motivar e orientar a clientela na visita de uma cidade, principalmente nos períodos de ociosidade da oferta, proporcionando, assim, um melhor aproveitamento dos seus atrativos.
Essas programações aumenta o consumo e o lucro do núcleo no período de baixa estação, e estabiliza o seu faturamento, equilibrando o mercado turístico, relações de troca de dinheiro
por mercadorias
e serviços ligados diretamente ou indiretamente ao turismo.
Em resumo os eventos são importantes para turismo porque trazem os seguintes benefícios:
Percebemos, então, que os eventos são na realidade programações organizadas com a finalidade de motivar e orientar a clientela na visita de uma cidade, principalmente nos períodos de ociosidade da oferta, proporcionando, assim, um melhor aproveitamento dos seus atrativos.
Essas programações aumenta o consumo e o lucro do núcleo no período de baixa estação, e estabiliza o seu faturamento, equilibrando o mercado turístico, relações de troca de dinheiro
Em resumo os eventos são importantes para turismo porque trazem os seguintes benefícios:
·
Os eventos criam oportunidades de viagens. Em geral, nos eventos
com objetivos profissionais, as próprias empresas ou instituições interessadas
costumam destacar especialistas para representá-las e, para tanto, custeiam
a inscrição, a viagem e os gastas
de hospedagem de suas responsáveis que muitas vezes se fazem acompanhar das
familiares.
·
Ampliam o consumo e, em conseqüência, o lucro no núcleo
receptor. Quase sempre, o participantes de eventos aproveita a viagem para
passeios, compras, ECT., gastando mais do que o turista comum. Tende, também, a
prolongar sua programação no núcleo, além dos dias de duração para programações
extras.
·
Permitem a estabilidade dos níveis de emprego do setor turístico,
pois reduz a sazonalidade do turismo. Somente a estabilidade nessas área
consegue estimular a formação e o aperfeiçoamento de pessoal especializados e,
ao mesmo tempo, criar condições para a fixação dessa mão-de-obra especializada
no setor.
·
Promovem indiretamente o núcleo receptor. Através da divulgação
que é realizada para cada evento, antes durante e depois do acontecimento.
·
Geração de emprego direto e indireto, renda e impostos.
Dos 3,4 trilhões de
dólares gerados anualmente pelo turismo, 850 bilhões advém do turismo de
eventos, com taxa de crescimento anual de 30% (OMT – 2005)
Estima-se que sejam realizados cerca de 70 mil eventos do tipo congresso, com crescimento de 12% ao ano (ICCA – 2006)
Estima-se que sejam realizados cerca de 70 mil eventos do tipo congresso, com crescimento de 12% ao ano (ICCA – 2006)
Brasil
O setor fatura 37 bilhões de reais anuais (3,1% do PIB), que emprega quase três milhões de pessoas e recolhe 4,2 bilhões de reais em impostos com a realização de 320 mil eventos por ano.” Rui Carvalho, Convention Bureaux
Os eventos movimentam 79 milhões de pessoas, um percentual de 33,7% do turismo nacional (SEBRAE, 2008)
O setor fatura 37 bilhões de reais anuais (3,1% do PIB), que emprega quase três milhões de pessoas e recolhe 4,2 bilhões de reais em impostos com a realização de 320 mil eventos por ano.” Rui Carvalho, Convention Bureaux
Os eventos movimentam 79 milhões de pessoas, um percentual de 33,7% do turismo nacional (SEBRAE, 2008)
No mercado de eventos
encontramos dois tipos de profissionais: os organizadores de eventos, que se
constituem em poucas empresas privadas com larga experiência de mercado, e que
se dedicam à organização geral dos eventos sob sua responsabilidade, prestando
serviços altamente profissionais; e, planejadores de eventos, possuindo apenas
noções básicas de organização e encarando o seu trabalho como um serviço de
apoio, que, freqüentemente, não é a atividade mais importante de seu emprego.
O profissional de eventos, entre outras qualidades, deve ser seguro, gerando confiança para o cliente e para os funcionários; disciplinado, respeitando prazos, verbas, reuniões; ter flexibilidade, aceitando sugestões, adequando propostas, mudando etapas de trabalho; ter raciocínio rápido, entendendo a capacidade, os anseios e as expectativas dos clientes e funcionários; ter preparo físico, disposição e saúde; ser realista, percebendo os limites, as opções e saber usá-las sabiamente; ter paciência infinita, exercendo o autocontrole e a serenidade. (Britto & Fontes,2002).
As empresas organizadoras contratam em média 24,2 empregados fixos e 386,6 terceirizados. Considerando apenas o universo de 400 empresas e entidades que constam desta pesquisa, o número de empregos chega a 164.320 diretos e 492.960 terceirizados (um total de 657.280).
O profissional de eventos, entre outras qualidades, deve ser seguro, gerando confiança para o cliente e para os funcionários; disciplinado, respeitando prazos, verbas, reuniões; ter flexibilidade, aceitando sugestões, adequando propostas, mudando etapas de trabalho; ter raciocínio rápido, entendendo a capacidade, os anseios e as expectativas dos clientes e funcionários; ter preparo físico, disposição e saúde; ser realista, percebendo os limites, as opções e saber usá-las sabiamente; ter paciência infinita, exercendo o autocontrole e a serenidade. (Britto & Fontes,2002).
As empresas organizadoras contratam em média 24,2 empregados fixos e 386,6 terceirizados. Considerando apenas o universo de 400 empresas e entidades que constam desta pesquisa, o número de empregos chega a 164.320 diretos e 492.960 terceirizados (um total de 657.280).
A origem
da palavra eventos vem do termo eventual, o mesmo que casual, um
acontecimento, que foge à rotina e sempre é programado para reunir um grupo
de pessoas (CAMPOS, WYSE & ARAÚJO, 2002). De acordo com dados do SEBRAE,
acontecem, anualmente, no país mais de 330 mil eventos, envolvendo 80 milhões
de participantes, o que resulta na geração de cerca de 3 milhões de empregos
diretos, terceirizados e indiretos. Nos último 10 anos, o setor cresceu cerca
de 300% no país (GONÇALVES, 2003) e a tendência é de permanente crescimento,
uma vez que a chamada globalização, além de mudar as características da
economia mundial, encurtou distâncias, aproximou povos e culturas.
O
destaque para o desenvolvimento do setor não é sem fundamento, pois, de
acordo com Oliveira (2000), o turismo de eventos é o segmento mais disputado
pelos países, porque nestas ocasiões os produtos turísticos são vendidos por
atacado, já que o turista de eventos hospeda-se por longas estadas, devido à
duração do acontecimento, e contribui para a arrecadação local: freqüenta
shoppings, cinemas, teatros, bares, restaurantes, etc. Além de ser um bom
negócio para os locais receptivos, esse tipo de turismo independe dos fatores
climáticos.
O
mercado, para os profissionais da área, mostra-se promissor, já que eventos
são realizados com as mais diversas finalidades: para comemorar, expor,
divulgar produtos, etc; e, até mesmo, como estratégia para o desenvolvimento
turístico de um município ou minimizar a sazonalidade nos estabelecimentos de
hospedagem.
Os Eventos e o Mercado
O evento é muito mais do que o planejamento, a programação, a execução e o monitoramento de uma seqüência de atividades destinadas a um público específico e realizadas em local apropriado. O evento deve ser pensado como uma atividade econômica e social que gera uma série de benefícios para os empreendedores, para a cidade promotora, para o comércio local, restaurantes, hotéis
Para
comprovar tais benefícios, nos reportamos a alguns municípios que já o
constataram: segundo a Associação Internacional de Congressos e Convenções, o
Rio de Janeiro ocupou, no ano de 2000, o quarto lugar no ranking mundial de
eventos como feiras e exposições, e depois de anos de estagnação, a hotelaria
da cidade operou com uma taxa média de ocupação de 75% durante todo aquele
ano (CAIXETA, 2001).
Na Região
Metropolitana de Campinas a situação não é diferente, 70% da ocupação
dos hotéis
Além
disso, o setor de eventos responde por grande parte dos fluxos turísticos
para uma infinidade de destinações. Multidões viajam para eventos religiosos
como o Círio de Nazaré, em Belém, ou a Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém,
ou para eventos esportivos como a Corrida de Fórmula 1, em São Paulo, ou para
eventos culturais como a Festa do Boi Bumbá, em Parintins, no Amazonas, ou
para eventos agropecuários, como a Festa do Vinho, em Caxias, no Rio Grande
do Sul, ou a Festa do Peão Boiadeiro, em Barretos, em São Paulo, ou eventos
comerciais como o Salão do Automóvel, ou a Feira de Utilidades Domésticas, em
São Paulo, ou para eventos técnicos e científicos que ocorrem pelo Brasil
Os
benefícios não param por aí: ainda de acordo com dados do SEBRAE (2001),
estes indicam que somando os gastos dos participantes, a receita das locações
e das empresas organizadoras, chega-se a uma renda total de R$ 37 bilhões por
ano, o que representa 3,1% do PIB brasileiro e a arrecadação de tributos
gerada é estimada em R$ 4,2 bilhões.
Enfim,
tais dados comprovam o constante desenvolvimento do mercado de eventos que a
cada dia atrai novos investimentos. Assim, cresce, consideravelmente, o campo
profissional para o organizador de eventos e/ou as empresas.
O Profissional de Eventos e as Perspectivas de Trabalho Para Britto & Fontes (2002), o profissional de eventos, entre outras qualidades, deve ser seguro, gerando confiança para o cliente e para os funcionários; disciplinado, respeitando prazos, verbas, reuniões; ter flexibilidade, aceitando sugestões, adequando propostas, mudando etapas de trabalho; ter raciocínio rápido, entendendo a capacidade, os anseios e as expectativas dos clientes e funcionários; ter preparo físico, disposição e saúde; ser realista, percebendo os limites, as opções e saber usá-las sabiamente; ter paciência infinita, exercendo o autocontrole e a serenidade.
Neste
mercado, encontramos os organizadores de eventos que se constituem em poucas
empresas privadas com larga experiência de mercado, e que se dedicam à
organização geral dos eventos sob sua responsabilidade, prestando serviços
altamente profissionais. De outro lado, existem planejadores de eventos
possuindo apenas noções básicas de organização e encarando o seu trabalho
como um serviço de apoio, que, freqüentemente, não é a atividade mais
importante de seu emprego.
O setor
é uma importante fonte geradora de empregos em todo o país. Uma pesquisa
realizada pelo SEBRAE, em 2001, mostrou que cada espaço para eventos
contrata, em média, 6,8 funcionários fixos. Este número, multiplicado pelos
1.780 espaços, resulta em 12.104 postos de trabalho diretos, aos quais
deve-se acrescentar 58.240 empregos terceirizados. Os espaços para eventos do
país geram 70.344 empregos diretos e terceirizados.
As
empresas organizadoras contratam em média 24,2 empregados fixos e 386,6
terceirizados. Considerando apenas o universo de 400 empresas e entidades que
constam desta pesquisa, o número de empregos chega a 164.320 diretos e
492.960 terceirizados (um total de 657.280).
Tudo somado, pode-se afirmar que a indústria de eventos no Brasil é responsável por 727.624 empregos diretos e terceirizados.
Considerando
os empregos indiretos conforme padrões da industria turística brasileira -
três indiretos para cada direto e terceirizado - pode-se inferir que o setor
de eventos no país é responsável pela geração de 2.910.496 empregos. Para
melhorar vislumbrar tal situação, apresentamos o seguinte gráfico:
![]() Fonte: Pesquisa FBC&VB/SEBRAE/CTI, Novembro/2001.
Os
eventos são, incontestavelmente, o maior e melhor meio de desenvolvimento
nacional, do fomento da economia e da geração de empregos (Britto &
Fontes, 2002) e, é visto que, autoridades governamentais, empresas privadas e
diversos profissionais já estão cientes dos benefícios causados por tal
atividade, desta forma há inúmeros investimentos neste setor, que está em
constante incremento no país.
O setor
é responsável pela geração de grande número de empregos, entretanto,
encontramos, no mercado de eventos, inúmeros profissionais, se aventurando,
sem conhecimento sobre as peculiaridades do setor, muitas vezes, tal situação
acarreta desilusões aos participantes, aos clientes e pode, ainda, não trazer
os resultados esperados.
Porém, o
crescimento do mercado de eventos ao mesmo tempo em que cria oportunidades
para diversos profissionais, acaba tornando-o altamente competitivo,
acredita-se, portanto, que o profissional deve atentar ao exercício
continuado de sua criatividade e inteligência, aliados à especialização na
área para que se destaque no mercado e mostre que a qualificação profissional
traz resultados surpreendentes. Além disso, o profissional deve estar sempre
se atualizando, para não estarem, em pouco tempo, ultrapassados.
Além
disso, é possível constatar que a maioria dos empregos (75%) na área de
eventos são terceirizados, provavelmente, esse número corresponda aos
serviços, como: buffets, audiovisual, transportes, segurança, recepção e
informação, limpeza, entre outros.
Bibliografia BRITTO, Janaína e FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do turismo. São Paulo, SP: Aleph, 2002. CAMPOS, Luiz Cláudio, WYSE, Nely e ARAÚJO, Maria Luiza da Silva. Eventos: Oportunidade de novos negócios. Rio de Janeiro, RJ: Senac Nacional, 2000. CAIXETA, Nely. “A explosão do turismo”. Exame, São Paulo, SP: março, 2001, p.40-59. GONÇALVES, Fabiana. “Nichos dão o tom no mercado”. Turismo em Números, São Paulo, SP: ano 2, edição n°17/2003, p.14-21. OLIVEIRA, Antônio P. Turismo e desenvolvimento: planejamento e organização. São Paulo, SP: Atlas, 2000. PRANDI, Daniela. “Abertura econômica impulsiona mercado”. Correio Popular, Campinas, SP: Caderno Hotéis e Convenções, 20 de março de 2003, p.02. _______________. “Em Campinas, eventos garantem 70% da ocupação”. Correio Popular, Campinas, SP: Caderno Hotéis e Convenções, 20 de março de 2003, p.02. SEBRAE (Serviço Brasileiro de apoio as micro e pequenas empresas). I Dimensionamento econômico da indústria de eventos no Brasil. São Paulo, SP: Revista dos eventos, 2001.
Autora:
Fernanda Fernandes Bacharel em Turismo pela PUC Campinas e estudante do 3° semestre da Pós Graduação em Administração e Organização de Eventos do SENAC – Águas de São Pedro. |
25 dicas para se tornar um produtor de eventos profissional
O trabalho de um
produtor de eventos profissional envolve uma série de funções essenciais para o
êxito do evento. Dentre elas, vale destacar o desenvolvimento de um conceito
para o evento, a criação de um orçamento, a contratação de fornecedores e
funcionários, a reserva de um local apropriado, a promoção do evento em
diversas mídias, e muito mais.
Confira abaixo 25
dicas para se tornar um produtor de eventos profissional. A partir delas,
você poderá promover eventos de sucesso, independente do tipo e do porte.
1. Conhecimentos
práticos
Para que seus eventos
ocorram como o previsto, é importante ter conhecimentos práticos a respeito de
fornecedores, uma vez que são eles que disponibilizam equipamentos de som,
iluminação, entre outros itens necessários para um evento profissional. Além disso,
você deve conhecer os principais locais usados para cada tipo de evento em sua
cidade, garantindo a melhor escolha para determinado evento;
2. Comunicação eficaz
Um bom produtor de
eventos precisa saber se comunicar com sua equipe, com os clientes, com os
fornecedores e também com o público. Se você não tiver habilidade para lidar
com as pessoas, é melhor encarregar alguém mais comunicativo para lidar com a
mídia e com outras tarefas envolvendo uma abordagem direta com outras pessoas,
para não colocar seus eventos em risco;
3. Cuidados com
segurança
Qualquer evento exige
cuidados específicos para que os participantes tenham o máximo de segurança
possível. Além disso, é fundamental seguir as instruções da vigilância
sanitária, especialmente se o evento em questão tiver a presença de alimentos;
4. Habilidade de
negociação
Um produtor de eventos
deve ter habilidade de negociação, para assegurar as melhores condições para
que determinado evento aconteça. Negociar preços mais baixos exige conhecimento
dos valores aplicados no mercado, por exemplo;
5. Gerenciamento do
tempo
Assim como qualquer
ocupação, se você não souber gerenciar o seu tempo, dificilmente dará conta de
completar suas obrigações, o que comprometerá a realização do evento. Lembre-se
de que um dia de atraso pode prejudicar o resultado final, levando a prejuízos;
6. Estratégia
organizada
Na hora de elaborar
sua estratégia para dar vida ao evento, é essencial organizar seu plano de
ação, de modo que seja possível ficar em dia com o cronograma, além de
controlar as ações de todos os contratados e voluntários que ajudarão no
evento;
7. Noções de
administração e finanças
Qualquer produtor de
eventos profissional deve ter noções de administração e finanças. Gerenciar
orçamentos é apenas uma das inúmeras medidas para que o evento ocorra sem
nenhum problema em relação a gastos;
8. Capacidade para
tomar decisões sob pressão
Como o desenvolvimento
de um evento exige que o responsável por ele tome inúmeras decisões, é
importante ter capacidade para avaliar as melhores opções, principalmente sob a
pressão de realizar o evento no prazo estipulado;
9. Jogo de cintura
Produzir um evento
requer muito jogo de cintura, pois imprevistos acontecem numa frequência maior
do que o desejado. Por isso, é preciso lidar com contratempos de forma criativa
e prática;
10. Cursos
complementares
A experiência com
eventos pode ser aprimorada a partir de cursos específicos, como
especializações na área. Além disso, você pode se aperfeiçoar em administração,
relações públicas, ciências contábeis, línguas estrangeiras e muitas outras
áreas que podem contribuir para você ser um produtor de eventos versátil;
11. Materiais
indispensáveis
Todo produtor
profissional deve ter em mãos alguns materiais indispensáveis, como um tablet
ou um simples bloco de anotações para verificar dados, planilhas e outras
informações importantes para a realização do evento. Máquinas fotográficas
também ajudam em determinadas situações, como a checagem de itens, por exemplo;
12. Cronograma
atualizado
Mesmo diante de
eventuais imprevistos, você deve sempre manter o cronograma atualizado,
adaptando-se de acordo com as necessidades que podem surgir durante a
preparação para o evento;
13. Divulgação
apropriada
Ao elaborar um plano
de marketing, considere o público que você deseja atingir. Por exemplo: não
adianta focar a divulgação em um público jovem se o evento for destinado a
frequentadores adultos;
14. Ferramentas online
de divulgação
Além dos meios de
comunicação tradicionais (anúncios em TV, revistas e outras mídias), não se
esqueça de que um evento pode ter uma grande visibilidade a partir de uma
divulgação virtual. Por conta disso, crie um site, um blog e perfis em diversas
redes sociais, como LinkedIn, Facebook, Google+, Twitter e qualquer outra que
possa beneficiar a disseminação do evento pela web;
15. Contratação de
profissionais qualificados
Um produtor de eventos
profissional deve dar preferência a pessoas qualificadas e preparadas para suas
respectivas funções, para que o evento tenha chances maiores de ser realizado
com grande qualidade;
16. Rede de contatos
A contratação de
funcionários qualificados pode ser feita por meio de pesquisas na internet
, agências de emprego ou com base em
recomendações. Portanto, sua rede de contatos deve ser abrangente, envolvendo
diversos setores que possam ser úteis em algum momento;
17. Parcerias
Estabelecer parcerias
pode ser muito vantajoso para ambas as partes, garantindo benefícios mútuos e
até permitindo a redução de custos em determinadas situações;
18. Conhecimento de
tendências
A preparação para
qualquer evento exige que o produtor conheça as principais tendências do
mercado, garantindo que o evento seja o mais moderno possível;
19. Solicitações do
cliente
Na hora de criar um
evento, é fundamental priorizar as solicitações do cliente, afinal, eles devem
ficar satisfeitos ao final do evento. Caso o que o cliente desejar não seja a
melhor opção, use sua experiência para convencê-lo disso, mostrando
alternativas mais vantajosas;
20. Participação em
outros eventos
Uma boa forma de
conhecer o que há de mais inovador no mercado é participar de outros eventos. Assim,
você e sua equipe terão ideias que poderão ser usadas nos próximos eventos da
sua empresa;
21. Olho no futuro
A programação de um
evento deve levar em conta diversos fatores que podem influenciar na realização
do mesmo. Se ele for de grande porte, por exemplo, evite agendá-lo para uma
data próxima de outros eventos semelhantes;
22. Voluntariado
Além da contratação de
funcionários, é possível recorrer a voluntários, especialmente em eventos
beneficentes;
23. Funções adequadas
para cada integrante da equipe
Ao organizar as
funções de cada membro da sua equipe, lembre-se de que cada pessoa tem uma
formação e habilidades diferentes. Por isso, é importante que todos atuem
conforme suas experiências e capacidades;
24. Informações atuais
Durante todo o processo
de criação de um evento, você precisa manter-se informado sobre tudo o que
acontece na sua área de atuação;
25. Cuidados após o
evento
Para finalizar
as 25 dicas para se tornar um produtor de eventos profissional,
lembre-se de que os cuidados com o evento devem incluir todas as etapas dele,
desde a sua preparação até as medidas necessárias após o evento, como a
devolução de todos os equipamentos.
Gerenciando
Eventos
O perfil do profissional de Eventos (I)
Quando me
perguntam sobre
a principal competência que, em minha opinião, definiria
o perfil ideal de um profissional de eventos, não penso duas vezes para
responder: “resiliência”.
O termo “resiliência”, cada vez mais em moda no mundo dos recursos humanos, provém da física, e na sua origem serviria para identificar a capacidade dos materiais de suportar grandes impactos de temperatura e pressão, sofrendo deformações, mas conseguindo aos poucos se recuperar e voltar à sua forma anterior.
E é precisamente isso, um elevado nível de resiliência, o que faz na prática com que um bom profissional se destaque no cada vez mais competitivo mercado de produção de eventos.
Submetido a constantes e elevadas doses de pressão e estresse, o profissional de eventos deverá agir sempre com uma extraordinária capacidade de resistir a situações adversas e imprevistas, e mesmo sendo física e emocionalmente afetado por estas situações, deverá saber se recuperar com relativa rapidez, sem perder a paciência e a serenidade.
Na física, quanto maior for a resiliência de um material, mais flexível e resistente ele é. De forma semelhante acontece com o profissional de eventos. E a resiliência não deverá se restringir apenas à capacidade do profissional de suportar um elevado nível de estresse, é preciso que ele saiba fazer uso das adversidades para melhorar ainda mais o seu desempenho profissional.
Entre as qualidades que mais se destacam em uma personalidade resiliênte encontram-se a capacidade de resolução de problemas, a autoconfiança, a inteligência emocional, o comprometimento, a proatividade, a facilidade de trabalhar em equipe, a empatia, o otimismo e a persistência.
O termo “resiliência”, cada vez mais em moda no mundo dos recursos humanos, provém da física, e na sua origem serviria para identificar a capacidade dos materiais de suportar grandes impactos de temperatura e pressão, sofrendo deformações, mas conseguindo aos poucos se recuperar e voltar à sua forma anterior.
E é precisamente isso, um elevado nível de resiliência, o que faz na prática com que um bom profissional se destaque no cada vez mais competitivo mercado de produção de eventos.
Submetido a constantes e elevadas doses de pressão e estresse, o profissional de eventos deverá agir sempre com uma extraordinária capacidade de resistir a situações adversas e imprevistas, e mesmo sendo física e emocionalmente afetado por estas situações, deverá saber se recuperar com relativa rapidez, sem perder a paciência e a serenidade.
Na física, quanto maior for a resiliência de um material, mais flexível e resistente ele é. De forma semelhante acontece com o profissional de eventos. E a resiliência não deverá se restringir apenas à capacidade do profissional de suportar um elevado nível de estresse, é preciso que ele saiba fazer uso das adversidades para melhorar ainda mais o seu desempenho profissional.
Entre as qualidades que mais se destacam em uma personalidade resiliênte encontram-se a capacidade de resolução de problemas, a autoconfiança, a inteligência emocional, o comprometimento, a proatividade, a facilidade de trabalhar em equipe, a empatia, o otimismo e a persistência.


Muito produtivo e bem amplo de entendimento esses texto aqui publicado!!! gostei :)
ResponderExcluir